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Curiosidades sobre a Guinness que provavelmente não conhece

11 de janeiro de 20185 min de leitura

Está a planear a viagem de sonho à Irlanda e mal pode esperar pelo sabor suave de uma caneca de Guinness perfeitamente tirada quando chegar a Dublin? Apresentamos 16 curiosidades sobre a Guinness que provavelmente não conhece.

Está a planear a viagem de sonho à Irlanda? Mal pode esperar pelo sabor suave de uma caneca de Guinness perfeitamente tirada quando chegar a Dublin? Fizemos alguma pesquisa e apresentamos 16 curiosidades sobre a Guinness que provavelmente não conhece, algumas das quais lhe vão dar ainda mais motivos para beber uma caneca da «coisa preta» assim que chegar.

A Guinness faz parte da cultura irlandesa há centenas de anos e, por isso, há curiosidades fascinantes sobre a bebida preferida do país que pouca gente conhece. Eis a nossa lista de curiosidades sobre a Guinness que provavelmente não conhece:

Feita com água do canal

Nos primeiros tempos, a Guinness era feita com água do Grand Canal, em Dublin. Essa água também era usada como água potável pelos habitantes de Dublin. Desde então, passaram a usar água muito mais limpa.

Transporte

Nos séculos XVIII e XIX, a Guinness era transportada por toda a Irlanda através dos canais, a forma mais barata de a levar aos cantos mais remotos do país.

Barris

Antigamente era transportada em barris de madeira, mas era muito fácil furá-los durante o transporte e muitos barqueiros dos canais tiravam uma «pinguinha» de alguns barris. Passaram então a usar-se barris de metal, mais difíceis de furar e mais higiénicos.

A Guinness em África

Uma grande parte da Guinness bebida no mundo é bebida em África, e a Nigéria é um dos seus maiores mercados. A Guinness na Nigéria sabe muito diferente da que bebemos na Irlanda: é mais amarga e é feita com milho ou sorgo em vez de cevada. Os nigerianos adoram o sabor e o facto de beber Guinness representar a ideia de uma pessoa forte e máscula. Alguns acreditam até que tem propriedades medicinais.

Agora é vegana

Desde 2017, a Guinness é oficialmente vegana. A cola de peixe (isinglass) é uma substância obtida a partir das bexigas natatórias dos peixes e era usada para filtrar o excesso de levedura da Guinness. Por isso, a Guinness não podia ser considerada vegana.

A Guinness deixou de usar cola de peixe em 2017, e é por isso que uma caneca da bebida preta é hoje oficialmente vegana.

E tem poucas calorias

Em comparação com outras bebidas, uma caneca de Guinness tem apenas 198 calorias. Outras cervejas têm mais de 250 calorias por caneca.

Houve um dia nacional da Guinness

A Guinness teve em tempos um dia chamado «Arthur’s Day», em que se erguia uma caneca e se brindava ao próprio Arthur às 17h59 de 23 de setembro. Durou de 2009 a 2013, até ser cancelado e substituído por um novo programa, chamado Guinness Amplify.

O arrendamento da fábrica era inicialmente de 9000 anos

Arthur Guinness arrendou uma fábrica de cerveja em St. James Gate e assinou um contrato de arrendamento para os 9000 anos seguintes. O contrato acabou por ser anulado quando a produção cresceu.

A Guinness faz bem

A Guinness criou uma das melhores campanhas publicitárias de sempre: «Guinness is Good For You» (A Guinness faz-lhe bem).

Afirmavam-no na década de 1920 e hoje os cientistas talvez até lhes deem razão.

Os cientistas dizem que a Guinness pode reduzir o risco de ataques cardíacos e favorecer as boas bactérias do intestino, e que contém também muitos antioxidantes.

A Guinness inventou o livro dos recordes mundiais

Reza a história que o diretor-geral da Guinness na época, Hugh Beaver, estava num pub e se envolveu numa discussão com os amigos por causa de uma ave. Ele defendia que a tarambola-dourada era a ave mais rápida do mundo. Não tinham forma de confirmar se era verdade ou não, o que deu a Beaver a ideia de criar um livro com todos estes factos. Foi o início do Livro Guinness dos Recordes.

Cor oficial

A cor oficial da Guinness não é preta, como muitos pensam. Na verdade, é vermelho-rubi.

Os bigodes estão a roubar-lhe a Guinness

Um estudo feito em 2000 mostrou que, se bebe Guinness e tem bigode, desperdiça uma certa quantidade de Guinness todos os anos.

Este «imposto do bigode» custa aos apreciadores uma média de 5,16 € por ano. Faça a barba antes de beber.

O segredo está no widget

Dentro de todas as latas de Guinness normal há uma pequena bola branca chamada widget. Está cheia de cerveja com azoto. Quando a lata é aberta, a mudança de pressão faz com que a cerveja com azoto se misture com o resto da cerveja, criando uma espuma mais cremosa.

A Guinness era uma ótima empresa para trabalhar

Os trabalhadores da fábrica da Guinness tinham direito a duas canecas de Guinness por dia. A Guinness também lhes dava assistência médica completa, bolsas de estudo e pensões, anos antes de isso ser a norma. Isto em 1928.

A Guinness nem sempre se chamou Guinness

Nos primeiros tempos, a Guinness chamava-se Porter e depois passou a chamar-se Stout Porter. Tinha este nome porque era popular entre os carregadores (porters) das estações de comboio da Irlanda e do Reino Unido.

A Guinness faz bem a Dublin

Arthur Guinness era uma pessoa muito progressista e financiou vários projetos de habitação social para os pobres de Dublin. Também ajardinou o emblemático St. Stephen’s Green e transformou-o num parque público.

Por isso, da próxima vez que beber uma caneca de Guinness com um amigo, lembre-se de que há muito mais nesta bebida do que um sabor fantástico.

Os bilhetes do Guinness Storehouse vendem-se no site do próprio Storehouse. Se também fizer uma excursão de um dia da Wild Rover, um bilhete hop-on hop-off da DoDublin ou da Big Bus no mesmo cesto tem 20% de desconto, e é uma forma fácil de andar pela cidade.

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